sábado, janeiro 31, 2004



É como Chico disse um dia...

Por conta de umas questões paralelas
Quebraram meu bandolim
Não querem mais ouvir as minhas mazelas
E a minha voz chinfrim
Criei barriga, a minha mula empacou
Mas vou até o fim

Não tem cigarro acabou minha renda
Deu praga no meu capim
Minha mulher fugiu com o dono da venda
O que será de mim ?
Eu já nem lembro "pronde" mesmo que eu vou
Mas vou até o fim

e eu vou viu?

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quinta-feira, janeiro 22, 2004

BLOQUEIO
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terça-feira, janeiro 13, 2004

ano passado, assistindo o DVD do Lual MTV com Los Hermanos, não sei porque me ocorreu a idéia comparativa à criação de frases melodicas com chico buarque. Na hora achei mais um disparate do fantástico mundo de matheus... mas enfim... ontem ouvindo meus discos de chico reconheci sombras hermânicas no labirinto melódico buarquiano.
mas antes que vc´s taquem fogo em mim... ainda iriei comentar direitinho sobre isso.


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domingo, janeiro 11, 2004

lendo Calvin e Haroldo...

Eu continuo convivendo com meus monstrinhos. E quando eu penso que o tempo vai me ajudar a destruí-los (o que me deixaria bastante assustado porque a ausência deles daria espaço pra novos monstros que ainda não conheço) o que acontece é muito mais sombrio. Com o passar do tempo vc muda alguns conceitos, revê algumas verdades, reescreve alguns manuais de sobrevivência que você segue e os monstros conhecidos se proliferam em um cem número de novos, estranhos e mais hostís medos.

O medo do novo é uma merda.
O medo tem tentáculos demais.
Eu não sei o que pensar do novo.
Só sei que ele me assusta pra caralho.
Esse , alias, é um monstro que eu já conheço há muito tempo.

Mas eu continuo com todos eles aqui, até aqueles que já estão dominados há um bom tempo e que não oferecem mais perigo, esses, na verdade, se tornam minhas armas e ferramentas mais contundentes quando quero magoar e até quando não quero.

É foda como a gente não vive sem medos. Acho que é uma simbiose cruel.
Existencial.
Afetiva.
Psicológica.

Nunca foi fácil.
E não vai ser agora.


Listo.


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terça-feira, janeiro 06, 2004

ah sim, vou escrever sim sobre o dia de hoje
o dia 06
o dia em que eu fiz 209 pontos no boliche ao sairmos do traga-luz ...
eu e túlio cheio de choop no kengo... ele fez 214, miserável, entrou no hall da semana duas posições acima de mim...
e ela lá, ao meu lado.
dia 06... de 97, 98... não recordo.
há quanto mesmo?... ahhh!!! há 08 anos... sei...
na rede... numa fazenda no interior de alagoas... quem poderia imaginar?
ora bolas, quem?! todos que me conheciam.
ali na rede... a balançar, quem poderia imaginar.
mas ainda vou escrever, com mais calma, eu vou
digitar...
...sobre o dia de hoje
hoje é dia 06.
de 2004
eu aqui
ela lá
ora bolas!
quem poderia imaginar?

todos, menos eu.

humptf !!

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segunda-feira, janeiro 05, 2004

"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

Fernando Pessoa

porra...!!! sem comentários.


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Lady Bug Renata Gomes (paulão) lucia helena Marcia Lima Roberta João Silvestre Nathalia Duprat Eduardo Queiroz Adalberto Resende Alves da Silva Andrea Macedo Porque metade de mim é abrigo e a outra metade é cansaço...
 
     
© sim, são reservados. todos eles.
2003